5 anos comunicando em 140 caracteres
por CarlaEm um video em comemoração aos 5 anos de Twitter, algumas “personalidades” contam como usam o microblog. Dá uma olhada.
Em um video em comemoração aos 5 anos de Twitter, algumas “personalidades” contam como usam o microblog. Dá uma olhada.
Essa semana a Scup, empresa especializada em monitoramento de mídias sociais, publicou em seu blog um post com os horários mais populares no Twitter, segundo os tweets monitorados por eles.
Comentário do post:
Como você pode notar, existem dois períodos claros de picos no envio de conteúdo na rede, sendo o maior deles à tarde, entre as 14h e as 17h, com uma pequena queda nas postagens antes das 19h – que pode ser justificada pelo deslocamento das pessoas após o horário comercial de trabalho – e um novo pico entre 20h e 22h.
Comparamos estes dados com as estatísticas da dizzysoftware, empresa americada de SEO e aplicativos para Twitter. Verificamos, segundo seu post sobre uso do twitter por hora, que o comportamento dos usuários brasileiros se mostra bem parecido ao monitoramento feito pela dizzy. Veja no gráfico abaixo, que a análise da Scup ainda se aplica: pico de acessos das 14h às 17h, queda pelas 18h às 19h e um aumento das 20h às 22h.
Com isso não queremos dizer que só serão eficientes os tweets enviados nestas duas janelas (14h-17h e 20h-22h), mas estes horários estatisticamente mostram ter uma atividade maior generalizada, portanto mais chance de ser comentado, lido, respondido, retwitado.
Vemos muitas vezes nas atividades noturnas do twitter comentários sobre programas televisivos, o que talvez indique um comportamento diferente daqueles que usam o twitter no meio da tarde, uma vez que a grande maioria da população está em casa ou em atividades de lazer neste horário, e isso também precisa ser levado em consideração.
Outro fator que conta muito é o comportamento, o hábito das pessoas, e isso só é eficiente quando você entende o comportamento dos seus seguidores. Se você tem um restaurante, talvez a melhor hora para se relacionar no twitter seja antes do almoço, um horário que estatisticamente não é nobre, mas atinge em cheio as expectativas daqueles que se relacionam com você.
Criar algo novo para a internet, que dê algum retorno financeiro não é tarefa fácil. Mark Zuckerberg conseguiu meio sem querer com o Facebook. Agora, é muito mais fácil, encontrar um caminho, se apoiando em um “negócio” que deu certo. Esse gráfico chamado THE TWITTERVERSE, criado por Brian Solis e JESS3 mostra uma quantidade imensa de “negócios” que surgiram em torno do Twitter. Quem gostar, pode até comprar o poster!
Chegamos a época das retrospectivas. Depois da lista divulgada pelo Youtube sobre os vídeos mais vistos neste ano, o Jornal da Globo veiculou ontem uma matéria sobre os assuntos mais comentados no Twitter em 2010.
O vazamento de óleo no Golfo do México, em abril, foi o assunto mais comentado na rede. Na lista aparecem também o drama do Haiti e o Mundial de Futebol.
Os filmes do ano na rede foram A Origem, do diretor Cristopher Nolan, com Leonardo di Caprio, e as aventuras do bruxo Harry Potter, As Relíquias da Morte. O iPad, da Apple, e o Android, a plataforma de tecnologia para celular do Google, também foram destaque.
Para levantar esta lista, o Twitter analisou 25 bilhões de tuitadas do ano inteiro. O Brasil, um líder mundial no Twitter, marcou presença na categoria “pessoas”.
Veja reportagem completa abaixo:
Fonte: Jornal da Globo
Excelente infográfico que resume e ilustra muito bem os equívocos das empresas no Twitter.
Este foi o trabalho de monografia de Carolina Lima (@CadyWitter).
Vi no www.midiassociais.net
Depois de 3 anos, o Twitter chega a 80 milhões de usuários e mais de 10 bilhões de mensagens.
O gráfico abaixo mostra uma curva de crescimento mais do que acelerada. Vale uma análise apenas por curiosidade. Mais mulheres do que homens, quarta e quinta-feira são os dias mais “twittados”, a maioria tem entre 18 e 34 anos e por aí vai. O gráfico foi feito pela Mashable, com base no estudo do consultor Muhammad Saleem.
Vi no Viuisso?

Hoje, li um artigo no Acontecendoaqui sobre as estratégias transmedia da Globo nesta edição do Big Brother e algumas palavras do Pedro Doria, aparente responsável pela gestão dessa inovação no programa, chamaram a minha atenção:
“As mídias sociais não escaparão ao seu toque. É uma bomba arrasa-quarteirão. A moça Twittess estará todos os dias na TV, nas revistas, namorará algum colega de casa, flertará com celebridades do B, posará nua em algum mês futuro, seguirá sua sina de Big Sister sem descumprir um único passo do roteiro conhecido.
E enquanto seguem a novela de sua vida, milhões de brasileiros saberão simultaneamente da existência do Twitter, criarão suas contas e em conjunto invadirão o sistema. Tantos entrando assim, sem conhecer-lhe os meandros, ao mesmo tempo, terminarão por transformar o serviço.”
O segundo parágrafo é o X da questão. O Twitter viveu quase um ano à sombra das redes sociais. Nos primeiros meses do ano passado o número de usuários aumentou mais de 1000% e sem dúvida ele foi o grande assunto no universo da Comunicação em 2009. Há quem diga que nós brasileiros, não necessariamente eu ou você, estragamos o Orkut e por isso americanos e europeus, no alto do seu intelecto e bom gosto, nem tomaram muito conhecimento e se atiraram no modernoso Facebook.
“What are you doing now?” era o apelo simplório que talvez tenha sido responsável pela pouca importância do Twitter nos primeiros meses de sua existência e que durante muito tempo foi alvo de críticas, porque estimulava as pessoas a escreverem coisas sem graça e pouco edificantes como “vou tomar banho”. O brasileiro, principalmente aquele com ensino superior pra cima, foi um dos que souberam fazer algo melhor com o Twitter e agora, segundo Pedro Doria estamos prestes a ver um arrastão no microblog mais famoso do mundo. Portanto,
Quais serão as consequências disso?
Para o usuário escolado e conhecedor da etiqueta será bom, ruim ou indiferente?
E para as marcas? Agora que a audiência será maior, os investimentos valerão mais a pena?
Os novos usuários, talvez os mesmos que “chinelaram” o Orkut, estragarão o Twitter?
A velha guarda twitteira vai zarpar e desbravar outras redes sociais?
O que mais se enxerga agora são pontos de interrogação. Difícil acertar o alvo com respostas definitivas, mas se a estratégia de convergência da Globo der certo, uma coisa é certa, o Twitter não será mais o mesmo.
“Com realização da In Press Porter Novelli e da E.Life, o 1º estudo sobre Hábitos de Uso e Comportamento dos Internautas Brasileiros em Mídias Sociais mostrou que 90% dos entrevistados pesquisam na internet sobre produtos e serviços antes da compra – e não somente nos serviços de busca.
A pesquisa também aponta que cerca de 43% dos entrevistados recomendam a outros usuários um produto ou serviço adquirido. Twitter, Orkut, YouTube e blogs são as ferramentas mais utilizadas pelos entrevistados. Mais de 1.200 questionários foram distribuídos para concluir quais ferramentas eles mais utilizam, qual o uso que fazem de cada uma delas e qual a influência delas como fontes de informações para formar opinião entre os usuários, de todas as capitais brasileiras”.