Quem nunca se imaginou passeando pelas ruas estreitinhas da Itália com uma daquelas vespinhas, como nos filmes!? Uma fofura né não!?
O grupo italiano Piaggio, exibiu na última quinta-feira 10 no Salão de Milão 2011 – EICMA, o protótipo do novo modelo desse ícone do transporte individual, a Vespa 46.
A lendária scooter que foi lançada em 1946 tem em sua versão mais moderna, uma combinação da forma clássica do antigo modelo com uma silhueta sutilmente futurista. Além do visual, a mecânica também foi atualizada visando baixo consumo, ruído e emissões de poluentes.
Estilosa, lindinha, econômica e sunstentável, quem não sonha com uma dessas?
Pense que bacana seria ter uma única bolsa que se transforma e todo dia é diferente?
Bolsa Origami, projeto criado pelo estudante Sungmin Han
Foi pensando nessa necessidade de variedade das pessoas, e também no consumo consciente , que o estudante Sungmin Han criou uma espécie de bolsa Origami que permite ser usada de diferentes formas.
Bolsa Origami, pode ser usada todo dia de um jeito diferente
“Se uma parte é puxada para fora, ela ficará com um formato, mas suas características podem ser alteradas se for reorganizada”, diz Han sobre a bolsa.
O lance é esse, você escolhe o estilo e dobra a bolsa da maneira que quer desfilar por aí. Pode ser de um jeito mais funcional, em tamanho maior, com bolsos e zíperes. Ou se preferir fazer a social, dobra a bolsa em tamanho menor e arrasa.
É assim que o nosso planner e relações institucionais Vinícios Neves assina os cartões de aniversário da Exit para os outros, mas agora as “felicidades sustentáveis” são todas dele. O Vini acaba de concluir o mestrado com a aprovação da dissertação “Engajamento sustentável e a geração Y: perspectivas e desafios a partir de jovens universitários de Joinville/SC”.
Foram 2 anos e meio de muito estudo, leitura, dedicação e algum sacrifício para a conquista do título de mestre em Desenvolvimento Regional e Sustentabilidade pela FURB (Fundação Universidade Regional de Blumenau).
Sorte nossa que temos o Vini como coordenador do Projeto CO2 Free da Exit. Dá uma lembrada aqui.
O “X” no lugar certo da ata.
O mestre Vinícios e a professora orientadora Dra. Lilian Blanck.
Vamos falar sobre veganismo? Eu sei que é um assunto delicado, pois envolve crenças, valores, costumes, hábitos, muitas suposições e – sei lá por qual motivo – fere o orgulho de algumas pessoas, porém, a NonViolenceUnited conseguiu realizar uma associação bem legal do tema com o tão falado conceito de sustentabilidade. É até estranho que, em épocas onde tantos se vangloriam de suas ações em prol do planeta, este tema ainda seja quase sempre ignorado, mas o que não dá pra ignorar é que muitos dos prejuízos causados pelo homem na natureza vem das suas escolhas feitas no prato. E contra isso não tem argumento biológico, racional, espiritual ou religioso, nem lei do mais forte, cadeia alimentar e ciclo natural. Quase todos os que vivem nos espaços urbanos pautam sua alimentação pelo prazer, por comodismo ou simplesmente status, e não pela necessidade física/de sobrevivência. Porém, por trás da indústria que entrega a comida pronta para você só comer, cozinhar, assar ou esquentar, existe um mundo que está sendo cozinhado, assado e cuja temperatura é motivo de preocupação. Por quais motivos mesmo? Enfim.. é claro que não será esta a salvação, mas acho que refletir sobre não custa nada, certo? Diminuir já é bastante, e equilibrar é fundamental.
Se você viu, ótimo. Que tal prolongar esses 12 minutinhos para uma reflexão constante e despretensiosa? Ao menos você poderá dizer que já pensou no assunto. Caso não interesse, podemos conversar sobre bicicletas, caronas coletivas, racionamento de energia elétrica, redução, reciclagem… qualquer iniciativa é válida e nenhuma é melhor que a outra.
Pra fechar, uma dica de Philip Ochoa: “Olhe no fundo dos olhos de um animal e, por um momento, troque de lugar com ele. A vida dele se tornará tão preciosa quanto a sua e você se tornará tão vulnerável quanto ele. Agora sorria, se você acredita que todos os animais merecem nosso respeito e nossa proteção, pois em determinado ponto eles são nós e nós somos eles.”
É incrível como a degradação do meio ambiente cria uma necessidade de adaptação no ser humano. Claro que ainda estamos muito longe de vivermos num planeta consciente, mas algumas atitudes mostram que é possível fazer muito mais com menos. E melhor: ajudando a preservar a natureza.
Foi o que fez esta família boliviana, usando muita criatividade. Aproveitando que o polietileno, além de reciclável, pode ser utilizado em diferentes finalidades, eles construíram uma casa inteira com garrafas PET preenchidas com terra (ou palha de arroz, trigo ou resíduos de compostagem), amarradas entre si com sisal ou fios de nylon, como se fosse uma rede, tanto nos gargalos quanto nas bases das garrafas.
A mistura para fazer as paredes pode ser feita com terra e calcário, algo muito similar à argila. Mistura-se cal e cimento para garantir resistência para os dias de chuva.
Uma ação bem legal foi feita na Inglaterra pela Banrock Station, uma marca de vinhos australiana, para divulgar a sua parceria com a cooperativa Plan Bee.
O objetivo é promover a venda de uma edição especial de três vinhos, onde 5% das vendas serão doados para o programa de pesquisas e estudos da Plan Bee. A ação tem um forte apelo à sustentabilidade e, com certeza, deve ter rendido um caminhão de mídia espontânea.
Pela 4ª vez o movimento “Hora do Planeta” criado pela WWF mobilizará pessoas do mundo todo a pensar um pouco mais nas questões ligadas ao aquecimento global. Saiba como fazer parte desta inicitaiva acessando o site criado para o movimento aqui no Brasil, será a segunda vez que o Brasil participará oficialmente desta parada universal em prol do planeta.
Não é fácil engajar as pessoas em causas que as façam:
1º) pôr a mão no bolso;
2º) sair da zona de conforto.
Por isso que produtos como estes da TerraWare me fascinam tanto. São pratos e talheres de bioplástico feitos à base de milho, que levam de 4 a 6 meses para se decompor na natureza. Se fossem de plástico tradicional (petróleo), poderiam levar até 50 anos! Aqui na Exit, faz pouco mais de um ano que nós abolimos os copos plásticos e passamos a utilizar canecas personalizadas. Desde então, nós não gastamos nem mais um centavo com isso e deixamos de descartar, pelo menos, mais de 10 mil copinhos plásticos. Imagine se todos fizessem isso… Quanto não seria possível reduzir?
Mas para quem é ainda mais engajado os produtos da TerraWare podem fazer a curva na hora de ir para o lixo e serem dirigidos à compostagem e ajudar a fertilizar a sua horta ou jardim. Outras vantagens desses produtos é que eles podem até mesmo ir ao microondas e à lava louças e, por consequência, serem reutilizados.
Por enquanto, os produtos da TerraWare são encontrados apenas no Canadá e na Inglaterra, mas no Brasil há uma alternativa. A Mr. Green é uma marca que oferece alguns produtos plásticos, como talheres e copos e também uma linha de produtos de limpeza. Tudo biodegradável.
As alternativas estão aí e com o tempo irão aumentar. Cabe a nós a compreender que esse não é um caminho alternativo, mas fundamental para a nossa existência.