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Sobre Lockerz, celulares e pesquisas

por Fernando

Não vou, pelo menos não ainda, falar sobre o que é o Lockerz aqui. Caso você não conheça, sugiro que assista a este vídeo e leia este texto. Para quem conhece ou já foi descobrir o que é, hoje na sessão Dailies (perguntas diárias aparentemente sem nexo algum que somam pontos para o usuário que as responde), a questão é esta acima: Qual celular você usa?

O mundo não pára de respirar isso. Falsos profetas apontaram 2009 como o ano do Mobile, mas só estes primeiros meses de 2010 já estão dando uma surra em todo o ano passado (que claro, foi bem significante, uma espécie de ensaio para o que está vindo por aí).

Na linha de reflexões sobre o que está realmente por trás do Lockerz, qual é o seu verdadeiro propósito e tudo mais, podemos nos contentar um pouco com esta singela pergunta, “Que celular você usa?”. 190 mil pessoas (até agora) espalhadas pelo mundo inteiro é uma boa amostra de pesquisa para a Indústria, não? Detalhe para a supremacia do iPhone e de outros celulares.

A onda está vindo; o tsunami da mobilidade está enviando sinais de que, apesar de games e apps, não vem para brincadeira. Aliás, quem quiser convites para o Lockerz, é só deixar o e-mail aí embaixo. ;)

Nos EUA, estão viciados em iPhone

por Fernando

Foi isso que constatou uma pesquisa feita com 200 alunos de Stanford. 44% dos entrevistados disseram ser muito ou totalmente viciados em seus iPhones. A razão disso não é tão esdrúxula, pelo contrário. Um aparelho como este serve para muita coisa. Vejamos…

  • 85% utiliza o aparelho como relógio (Também faço. Muito mais prático que usar relógio no pulso)
  • 89% usa como despertador (Idem. Tem que explorar todas as funções, não é mesmo?)
  • 75% dorme com o iPhone na cama (Bem… Isso eu não faço)
  • 69% é capaz de esquecer a carteira quando sai de casa, mas não o iPhone.

Tudo bem, esse comportamento não deve ser tão exclusivo do iPhone. Muitas pessoas tem essa relação com seus celulares, porque eles se tornaram parte fundamental da vida moderna. Não é a toa que as gigantes do mercado de tecnologia e comunicação vêm apontando a mobilidade como recurso absoluto em um futuro muito próximo.

Outro resultado interessante da pesquisa e que eu, particularmente, atribuo aos aplicativos é que para 70% das pessoas, o iPhone as tornou mais organizadas e 54% disseram ter se tornado mais produtivas por causa do aparelho. Mas como disse, apesar de todos os prós e contras do gadget da Apple, toda essa dinâmica comportamental não gira apenas em torno dele, mas de qualquer outro smartphone que ofereça uma sorte de aplicativos e funções relevantes e como eles estão mudando a nossa maneira de viver.

Via Crunchgear.

OBS: Não, eu não tenho um iPhone ainda. Eu faço aquilo ali com um tijolar mesmo… ainda.

No mundo dos aplicativos móveis

por Fernando

A App Store comanda! Muitos indícios revelam que o Android irá crescer muito em 2010, mas até o momento todas as outras lojas de aplicativos móveis estão muito distante dos números da loja da Apple. Ela possui quase 760% mais aplicativos que a loja da Android, segunda colocada, e deixa o Windows em um número ridículo: são cerca de 150 mil aplicativos a mais que a gigante da informática.

Esse retrato não tende a mudar tão cedo. Isso porque o número de novos aplicativos na App Store cresce mensalmente em torno de 13 mil novos produtos, enquanto na Android, esse número gira em torno de 3 mil. A diferença é gritante e não parece que as recentes intervenções da marca da maçã na publicação de aplicativos de apelo erótico e sexual, que retirou mais de 5 mil títulos do ar, deve desfigurar esse cenário. Apesar de toda a evolução que a indústria da mobilidade tem apresentado nos últimos meses, o apelo em torno do iPhone é enorme no mundo inteiro e o número de usuários do aparelho não pára de crescer.

Um número curioso da pesquisa acima, apresentada pela Distimo Mobile na Mobile World Congress 2010, é a relação entre aplicativos pagos e gratuitos. Na App Store apenas 25% dos aplicativos são gratuitos, enquanto na Android esse número chega a quase 60%. É importante considerarmos isso em uma sociedade em que a discussão acerca da pirataria e dos direitos autorais vive em efervescência. Ou seja, apesar de mais popular, a App Store é que mais vende conteúdo pago. Ou seja², as pessoas estão comprando aplicativos da loja, que em média custam US$ 3,60.

Enfim, aplicativos são o principal drive da indústria móvel. Afinal, smartphones serviriam para que sem eles? Okay, temos a cobertura 3G e o GPS também. Integração! Só esse mix justifica o alto valor destes telefones smartphones, que hoje são os produtos que mais crescem em vendas no Brasil e no mundo.

Vi no Mobilepedia, o melhor site de mobile marketing do Brasil.