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Internautas passam 60% do tempo em redes sociais

por Vinicios

É cada vez maior o número de internautas que acessam as redes sociais. Segundo uma pesquisa encomendada pela rede byMK os aplicativos de conversa instantânea também estão entre os mais acessados.

No Brasil, de acordo com as mais recentes pesquisas do Ibope Nielsen Online, está a população recordista em permanência na web. A maior parte desse tempo de navegação é passada em redes sociais, como o Twitter, Orkut e Facebook. Estes resultados fazem parte de uma pesquisa de hábitos de consumo de internet feito pela rede social byMK feita com internautas de diversos locais do Brasil.

Segundo os resultados do estudo, 60% dos entrevistados ocupa a maior parte do tempo na internet em redes sociais. Desses internautas, 85% dizem acessar sempre o Orkut; 48% são usuários assíduos do Twitter e 42% utilizam o Facebook. Outros 56% dos entrevistados dizem que utilizam as ferramentas de conversas instantâneas (como Messenger, GTalk e outras) com freqüência. A pesquisa foi realizada por meio de entrevistas online com um universo de 1.193 internautas. Os entrevistados possuem entre 20 e 40 anos são das classes sociais A e B.

Sobre Lockerz, celulares e pesquisas

por Fernando

Não vou, pelo menos não ainda, falar sobre o que é o Lockerz aqui. Caso você não conheça, sugiro que assista a este vídeo e leia este texto. Para quem conhece ou já foi descobrir o que é, hoje na sessão Dailies (perguntas diárias aparentemente sem nexo algum que somam pontos para o usuário que as responde), a questão é esta acima: Qual celular você usa?

O mundo não pára de respirar isso. Falsos profetas apontaram 2009 como o ano do Mobile, mas só estes primeiros meses de 2010 já estão dando uma surra em todo o ano passado (que claro, foi bem significante, uma espécie de ensaio para o que está vindo por aí).

Na linha de reflexões sobre o que está realmente por trás do Lockerz, qual é o seu verdadeiro propósito e tudo mais, podemos nos contentar um pouco com esta singela pergunta, “Que celular você usa?”. 190 mil pessoas (até agora) espalhadas pelo mundo inteiro é uma boa amostra de pesquisa para a Indústria, não? Detalhe para a supremacia do iPhone e de outros celulares.

A onda está vindo; o tsunami da mobilidade está enviando sinais de que, apesar de games e apps, não vem para brincadeira. Aliás, quem quiser convites para o Lockerz, é só deixar o e-mail aí embaixo. ;)

Nos EUA, estão viciados em iPhone

por Fernando

Foi isso que constatou uma pesquisa feita com 200 alunos de Stanford. 44% dos entrevistados disseram ser muito ou totalmente viciados em seus iPhones. A razão disso não é tão esdrúxula, pelo contrário. Um aparelho como este serve para muita coisa.  Vejamos…

  • 85% utiliza o aparelho como relógio (Também faço. Muito mais prático que usar relógio no pulso)
  • 89% usa como despertador (Idem. Tem que explorar todas as funções, não é mesmo?)
  • 75% dorme com o iPhone na cama (Bem… Isso eu não faço)
  • 69% é capaz de esquecer a carteira quando sai de casa, mas não o iPhone.

Tudo bem, esse comportamento não deve ser tão exclusivo do iPhone. Muitas pessoas tem essa relação com seus celulares, porque eles se tornaram parte fundamental da vida moderna. Não é a toa que as gigantes do mercado de tecnologia e comunicação vêm apontando a mobilidade como recurso absoluto em um futuro muito próximo.

Outro resultado interessante da pesquisa e que eu, particularmente, atribuo aos aplicativos é que para 70% das pessoas, o iPhone as tornou mais organizadas e 54% disseram ter se tornado mais produtivas por causa do aparelho. Mas como disse, apesar de todos os prós e contras do gadget da Apple, toda essa dinâmica comportamental não gira apenas em torno dele, mas de qualquer outro smartphone que ofereça uma sorte de aplicativos e funções relevantes e como eles estão mudando a nossa maneira de viver.

Via Crunchgear.

OBS: Não, eu não tenho um iPhone ainda. Eu faço aquilo ali com um tijolar mesmo… ainda.

A base da pirâmide

por Fernando

A grande maioria das indústrias produtoras de bens de consumo, principalmente, nunca olhou com tanta atenção para a base da pirâmide econômica, ou se preferir, a população das classes D e E. Porém, estudos recentes revelam o potencial de consumo dessas pessoas, que no Brasil é da ordem de R$ 34 bilhões ao ano, e vem desvendando seus rituais de compra e percepção de produtos e marcas.

Blogit - Classe E

10 dicas para atuar na Base da Pirâmide

1. Considere suas (complexas) equações de desembolso:
Um pacote de arroz custa o mesmo que três pacotes de biscoito.

2. Ofereça produtos de qualidade:
Projete uma imagem de alto value-for-money e não de preço barato.

3. Pense nele ao desenhar suas promoções e ofereça bonificação imediata:
Vantagens são percebidas através de elementos muito concretos.

4. Reveja o papel do ponto-de-venda: um ponto de contato, de encontro, de aprendizado, de lazer.
O consumidor da base da pirâmide valoriza muito as saídas para as compras.

5. Gere identificação:
Demonstre que você o conhece, entende o que ele enfrenta no dia a dia.
Crie empatia, mostre que vocês estão juntos para enfrentar seus desafios.
Fale de igual para igual.
Use pessoas, cenários, sentimentos que façam parte da sua realidade.

6. Fale com ele:
A comunicação com a base da pirâmide pode exigir um ajuste de linguagem.

7. Considere seus valores tradicionais:
A família está no centro de tudo.

8. Inove:
Um produto, um serviço, uma tendência indica potencial de adaptabilidade se trouxer benefícios que podem ser transportados ou vivenciados em vários cenários.

9. Lembre-se dos jovens consumidores da Base da Pirâmide:
Com o acesso limitado a internet, a TV é o meio de comunicação mais importante e utilizado.

10. Conheça o seu consumidor e entenda como ele lida com uma renda tão apertada:
Quais são suas motivações?
O quanto a minha categoria é importante para eles?
Qual a imagem que eles têm da minha marca?
Quais resultados esperam do meu produto/serviço?
Todas as sua necessidades estão sendo atendidas?

Fonte: TNS Research International (via HSM)

Quer saber mais sobre o assunto? Então acesse o link acima e leia o artigo completo.

Juventude 30 quilates

por Fernando

A idade que vale ouro. Esse é o tema da pesquisa realizada pela Viacom Networks Brasil que investigou as características e os hábitos do público jovem de hoje. Participaram da pesquisa 28 mil pessoas de 18 países. O objetivo? Identificar os interesses do público; o que ele gosta de fazer e com o que interage. As aspas abaixo representam as palavras de Beatriz Mello, gerente de pesquisa da Viacom responsável pelo projeto.

Quem é o novo jovem de 25 a 34 anos? “Antes, eles eram mais engajados politicamente e tinham ligação forte com a família. Agora, com o aumento da expectativa de vida, a juventude foi estendida. Eles querem viver a vida de maneira plena”. Segundo resultados da pesquisa, todas as decisões importantes começam a ser tomadas a partir dos 25 e por decisão individual.

A cobrança é mais interna (pessoal) do que externa (família, por exemplo).

A pesquisa mostra que o jovem está em busca da maturidade emocional e funcional.
Para melhor compreender a juventude, ela foi dividida em três etapas:

  1. Adolescência (momento da descoberta e insegurança).
  2. Jovens de 20 anos, que vivem uma fase de experimentação e ainda têm muitas dúvidas, mas já sabem o que não querem.
  3. Jovens entre 25 e 34 anos, (muitos conquistaram a maturidade emocional e muitos a funcional, mas poucos atingiram a duas).

Esta última categoria foi subdividida em quatro outras:

BEM RESOLVIDOS

No mundo: 45%
No Brasil: 51%

  1. É o grupo que conquistou o mais alto índice nas duas maturidades.
  2. São positivos e responsáveis e acham que com 30 anos estão no melhor momento de suas vidas.
  3. Em sua maioria, estão em uma relação estável e muitos já têm filhos.
  4. Profissionalmente, estão satisfeitos com seus empregos ou têm um negócio próprio e têm a maior renda dentre os demais jovens.
  5. Admite já ter conquistado algumas coisas na vida, mas acredita que não chegou onde queria e que ainda tem muito o que aprender. Por isso está sempre em busca de aprender novas habilidades.
  6. são early adopters e querem se manter em dia com as novidades tecnológicas.

PRETENDENTES AO SUCESSO

No mundo: 32%
No Brasil: 36%

  1. Já adquiriram alto nível de maturidade emocional, mas ainda precisam conquistar a funcional.
  2. Sentem-se frustrados vendo seus amigos com famílias e acham que ainda não conquistaram tudo o que querem da vida.
  3. Pensam no futuro, mas não fazem nada para torná-lo real.
  4. Têm necessidade de se sobressair, mas demonstram certa falta de confiança para buscar novas experiências.
  5. Querem se manter atuais em relação à moda, diversão e tecnologia e estão dispostos a utilizar o crédito para conseguir o que querem.
  6. São ambiciosos, mas limitados pelo dinheiro. São atraídos pela popularidade das marcas.

SONHADORES NOSTÁLGICOS

No mundo: 17%
No Brasil: 10%

  1. Têm alta maturidade emocional, mas baixa funcional.
  2. Tomaram decisões importantes muito cedo na vida, muitos já casaram e se separaram e a maioria tem filhos.
  3. Têm gostos de adultos e saudade da juventude.
  4. Gostariam de começar a juventude de novo e esperam conquistar mais coisas agora.
  5. São desconectados de novidades tecnológicas e não estão interessados na cultura jovem.
  6. São mais tradicionais em relação às marcas e preferem aquelas que já conhecem.

GAROTOS CRESCIDOS

No mundo: 5%
No Brasil: 2%

  1. Têm baixos níveis de maturidade emocional e funcional.
  2. São super otimistas, mas não se preocupam com futuro.
  3. Buscam a juventude sempre e querem se destacar dos demais.
  4. São individualistas, solteiros e não estão preocupados em formar família.
  5. São o segundo grupo de maior renda e super antenados com a cultura jovem e ditam tendências para os demais grupos.
  6. São trend setters e buscam nas marcas exclusividade e autenticidade.

Vi no M&M Online.

Pesquisa aponta importância das redes sociais no e-commerce

por Fernando

“Com realização da In Press Porter Novelli e da E.Life, o 1º estudo sobre Hábitos de Uso e Comportamento dos Internautas Brasileiros em Mídias Sociais mostrou que 90% dos entrevistados pesquisam na internet sobre produtos e serviços antes da compra – e não somente nos serviços de busca.

A pesquisa também aponta que cerca de 43% dos entrevistados recomendam a outros usuários um produto ou serviço adquirido. Twitter, Orkut, YouTube e blogs são as ferramentas mais utilizadas pelos entrevistados. Mais de 1.200 questionários foram distribuídos para concluir quais ferramentas eles mais utilizam, qual o uso que fazem de cada uma delas e qual a influência delas como fontes de informações para formar opinião entre os usuários, de todas as capitais brasileiras”.

Fonte

Pesquisa desbanca “multi-tarefas”

por Fernando

Talvez, aqui mesmo no Blogit, já tenhamos falado sobre pesquisas que mostram que os jovens da Geração Y e os nativos digitais são pessoas que fazem uma porção de coisas ao mesmo tempo e que essa é a natureza deles e bla bla bla. Sempre levantei uma ponta de incredulidade quanto a isso, principalmente no que diz respeito a um detalhe: a qualidade.

Do quê? Do que se faz… a qualidade de leitura de quem está com um livro aberto e um fone da orelha; a qualidade de observação de quem assiste a um filme e envia SMS. Enfim, sempre achei que por mais natural que isso fosse para algumas pessoas, não era possível que “o serviço” fosse bem feito.

Blogit - Multi-tarefa

Mas recentemente, uma pesquisa da Universidade de Stanford colocou esse perfil multi-tarefa em cheque. A conclusão que se chegou foi que pessoas adeptas desse lifestyle, apesar de insistirem nesse hábito, possuem “uma total incompetência na execução de múltiplas tarefas”. Ou seja, fazer elas fazem, mas fazem mal feito.

A Reuters publicou o seguinte resumo da pesquisa:

“Multi-tarefeiros de atividades de mídia como assistir Youtube, escrever e-mails e falar ao telefone não são bons nas suas tarefas de acordo com um relatório da Universidade de Stanford.

Pesquisadores que publicaram o relatório na Academia Nacional de Ciências, dizem que o resultado surpreendeu a equipe. Eles estavam procurando o segredo da multi-tarefa, mas ao invés disso acharam uma total incompetência na execução de múltiplas tarefas.

Pessoas multi-tarefas são péssimas em focar sua atenção, em organizar suas informações e para alternar entre tarefas, dizem os cientistas.

Depois de testar 100 estudantes de Stanford, eles concluíram que multitarefeiros crônicos tem dificuldades em focar e não são capazes de ignorar informações irrelevantes”.

Vi no Update do HSM.

PDV influencia na hora da compra

por Fernando

Blogit - PDV

As ações e promoções feitas diretamente nos pontos de venda são os fatores que mais influenciam os consumidores brasileiros a tirar o dinheiro do bolso para adquirir produtos. Além disso, passado o período de maior instabilidade e de receio em relação à economia global, as pessoas já se sentem mais a vontade para voltar a colocar em seu carrinho de compras os seus itens preferidos, que tinham sido deixados de lado ou substituídos por outros mais baratos.

As conclusões são alguns dos resultados principais do estudo “Crise ou Incerteza?”, realizado pela Nielsen em 50 países, do qual participaram mais de 17 mil pessoas. Segundo os resultados obtidos junto aos pesquisados no Brasil, o atual período aponta para um crescente otimismo em relação à economia nacional e global, o que tende a impulsionar o consumo.

Em termos de confiança, os brasileiros ocupam o quarto lugar entre os países pesquisados pela Nielsen, ficando atrás da Indonésia, Índia e das Filipinas. Enquanto a média global de confiança ficou em 82 pontos, a do Brasil atingiu 96. De acordo com a pesquisa, as ações de ponto de venda são responsáveis por incrementar em 55% as vendas dos produtos.

Outro ponto importante apontado pelo estudo diz respeito à maneira como os brasileiros estão indo às compras. Se anteriormente o hábito de encher os armários e estocar uma grande quantidade de mercadorias era comum, agora os consumidores estão indo mais vezes aos pontos de venda, mas comprando uma quantidade de itens menor. O potencial de consumo das classes D e E cresceu, fazendo com que esses dois níveis socioeconômicos sejam responsáveis por 36% de todo o consumo médio do País. O valor do tíquete médio da classe C caiu 4% em relação à pesquisa anterior, o que indica um aumento da freqüência das compras e a aquisição de menos itens.

O estudo também mediu a oferta de produtos disponíveis aos consumidores em diferentes categorias. As bebidas energéticas foram um dos quesitos que mais se destacaram e chamaram a atenção dos consumidores nos pontos de venda. A entrada de novas marcas e players no segmento fez com que a categoria crescesse 47,7% no primeiro semestre de 2009 em relação ao mesmo período do ano passado. A categoria de isotônicos também obteve destaque, com crescimento de 27,9%, seguida da de iogurtes, com 10,5% de crescimento graças ao surgimento de novas linhas, com destaque para os itens light e funcionais.

O TEXTO ACIMA É DE AUTORIA DO M&M ONLINE.

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