Foi lançado ontem, depois de muita expectativa, a nova versão do cobiçado Iphone: o Iphone 4. O mais novo produto da Apple conta agora com mais uma câmera para conversas em videoconferência (realizadas através de um aplicativo chamado Facetime) e tela de alta definição, que foi batizada de “Retina Display”. Isso porque tem resolução de 326 pixels por polegadas – enquanto os antiguinhos tinham míseros 163 -, e exibe quatro vezes mais pontos na tela. Tá bom pra você? Não? Então deixa eu te contar do design. Ele é todinho construído em aço inoxidável, 24% mais fino que o modelo 3G, revestido de vidro na parte frontal e traseira e estará disponível nas cores preto e branco.
Agora vamos agradecer ao tio Steve, porque ele parece ter ouvido todas as reclamações a respeito da câmera dos Iphones. No novo modelo, fotos e vídeos ganham flash, além de um upgrade na resolução, que passa a ser de 5MP. Nos EUA, essa belezura começa a ser vendida a partir do dia 24 de junho, a US$ 199 a versão com 16 GB de memória e US$ 299 pelo modelo com 32 GB. O lançamento será simultâneo no Japão, França, Alemanha e Reino Unido – só eu senti falta do Brasil?
E pra fechar com chave de ouro, dá uma olhada no comercial, que conta com a direção de ninguém mais, ninguém menos, do que Sam Mendes.
Não vou, pelo menos não ainda, falar sobre o que é o Lockerz aqui. Caso você não conheça, sugiro que assista a este vídeo e leia este texto. Para quem conhece ou já foi descobrir o que é, hoje na sessão Dailies (perguntas diárias aparentemente sem nexo algum que somam pontos para o usuário que as responde), a questão é esta acima: Qual celular você usa?
O mundo não pára de respirar isso. Falsos profetas apontaram 2009 como o ano do Mobile, mas só estes primeiros meses de 2010 já estão dando uma surra em todo o ano passado (que claro, foi bem significante, uma espécie de ensaio para o que está vindo por aí).
Na linha de reflexões sobre o que está realmente por trás do Lockerz, qual é o seu verdadeiro propósito e tudo mais, podemos nos contentar um pouco com esta singela pergunta, “Que celular você usa?”. 190 mil pessoas (até agora) espalhadas pelo mundo inteiro é uma boa amostra de pesquisa para a Indústria, não? Detalhe para a supremacia do iPhone e de outros celulares.
A onda está vindo; o tsunami da mobilidade está enviando sinais de que, apesar de games e apps, não vem para brincadeira. Aliás, quem quiser convites para o Lockerz, é só deixar o e-mail aí embaixo.
Foi isso que constatou uma pesquisa feita com 200 alunos de Stanford. 44% dos entrevistados disseram ser muito ou totalmente viciados em seus iPhones. A razão disso não é tão esdrúxula, pelo contrário. Um aparelho como este serve para muita coisa. Vejamos…
85% utiliza o aparelho como relógio (Também faço. Muito mais prático que usar relógio no pulso)
89% usa como despertador (Idem. Tem que explorar todas as funções, não é mesmo?)
75% dorme com o iPhone na cama (Bem… Isso eu não faço)
69% é capaz de esquecer a carteira quando sai de casa, mas não o iPhone.
Outro resultado interessante da pesquisa e que eu, particularmente, atribuo aos aplicativos é que para 70% das pessoas, o iPhone as tornou mais organizadas e 54% disseram ter se tornado mais produtivas por causa do aparelho. Mas como disse, apesar de todos os prós e contras do gadget da Apple, toda essa dinâmica comportamental não gira apenas em torno dele, mas de qualquer outro smartphone que ofereça uma sorte de aplicativos e funções relevantes e como eles estão mudando a nossa maneira de viver.
A App Store comanda! Muitos indícios revelam que o Android irá crescer muito em 2010, mas até o momento todas as outras lojas de aplicativos móveis estão muito distante dos números da loja da Apple. Ela possui quase 760% mais aplicativos que a loja da Android, segunda colocada, e deixa o Windows em um número ridículo: são cerca de 150 mil aplicativos a mais que a gigante da informática.
Esse retrato não tende a mudar tão cedo. Isso porque o número de novos aplicativos na App Store cresce mensalmente em torno de 13 mil novos produtos, enquanto na Android, esse número gira em torno de 3 mil. A diferença é gritante e não parece que as recentes intervenções da marca da maçã na publicação de aplicativos de apelo erótico e sexual, que retirou mais de 5 mil títulos do ar, deve desfigurar esse cenário. Apesar de toda a evolução que a indústria da mobilidade tem apresentado nos últimos meses, o apelo em torno do iPhone é enorme no mundo inteiro e o número de usuários do aparelho não pára de crescer.
Um número curioso da pesquisa acima, apresentada pela Distimo Mobile na Mobile World Congress 2010, é a relação entre aplicativos pagos e gratuitos. Na App Store apenas 25% dos aplicativos são gratuitos, enquanto na Android esse número chega a quase 60%. É importante considerarmos isso em uma sociedade em que a discussão acerca da pirataria e dos direitos autorais vive em efervescência. Ou seja, apesar de mais popular, a App Store é que mais vende conteúdo pago. Ou seja², as pessoas estão comprando aplicativos da loja, que em média custam US$ 3,60.
Enfim, aplicativos são o principal drive da indústria móvel. Afinal, smartphones serviriam para que sem eles? Okay, temos a cobertura 3G e o GPS também. Integração! Só esse mix justifica o alto valor destes telefones smartphones, que hoje são os produtos que mais crescem em vendas no Brasil e no mundo.
Vi no Mobilepedia, o melhor site de mobile marketing do Brasil.
Neste final de semana, na Mobile World Congress em Barcelona, a Microsoft tornou pública sua epifania acerca do universo mobile, mais precisamente de smartphones. Para nós mortais, o contato com tato só no meio do ano. Para nós mortais brasileiros, sabe-se lá quando. Se assim como eu, você estava na fissura para comprar um iPhone ou um N900, espere um pouco, porque parece valer muito a pena descobrir se este vídeo é só uma bela edição com trilha sonora cativante ou se realmente a Microsoft acordou para a vida.
Que tal essa? Um app que promete acabar com as espinhas do seu rosto. Desenvolvido pelo dermatologista norte americano Greg Pearson, de Houston, o Acne App baseia-se na emissão de luzes azuis de 420 nanômetros e vermelhas de 550 nanômetros. As primeiras são responsáveis pela ação antibactericida e a outra pela ação anti inflamatória, o que além de eliminar as espinhas, estimularia o desenvolvimento de colágeno na área de aplicação.
Beleza, o iPhone faz maravilhas, mas acabar com as espinhas parece surreal e claro que isso dividiu opiniões. Outra dermatologista norte americana, Macrene Alexiades-Armenakas, disse que foram necessárias 88 aplicações para ver algum tipo de resultado. Aliás, o próprio pai da criança não garante que o brinquedo funcione 100%.
Pra não dizer que “experimentar não custa nada”, custa US$ 1,99 na App Store, mas também eu não conheço nenhum dermatologista que cobre isso em uma consulta.
Gostou no aplicativo da Nokia no post anterior? Legal, né. Agora pega esse: voice band.
Gosta de jogar Guitar Hero? Beleza… eu também. Agora pega esse: voice band.
O vídeo é longo, mas se você gosta de tecnologia, aplicativos móveis e música, vale a pena. Clique aqui e assista a versão de Smoke on the Water.
Gostou? US$ 2,99 na App Store.
Antes desse post eu tinha dúvidas entre o iPhone e algum Nseries.
Ano passado fizeram profecias a la Nostradamus, tipo aquelas reportagens épicas do Cid Moreira no Fantástico, dizendo que 2009 era o ano do Mobile Marketing. Mentira! Foi até bom, mas nada comparável com o que será 2010! Acredite se quiser…
A Nokia criou o Point & Find, um aplicativo que é executado quando você aponta a câmera do celular para um cartaz, por exemplo. Então ele te oferece uma porção de coisas sobre aquilo. Como no exemplo do vídeo acima, ao apontar para um cartaz do filme “Era do Gelo”, é possível assistir a trailers, baixar fotos, ler a sinopse e também comprar produtos licenciados.
Contudo, porém, todavia, como sempre, o serviço ainda não está funcionando no Brasil.
Mas vamos esperar! 2010 é 2010 tanto acima quanto abaixo do Equador…
Mais um motivo pra @_re comprar o seu tão sonhado N95 ou N97 que twitta. Vi aqui.
A cartela de cores Pantone é bastante prática, pois traz um mundo de cores de forma compacta e de fácil uso, mas como quase tudo que existe, ela tinha como melhorar. Esse aplicativo criado pela própria empresa a deixou muito mais dinâmica e moderna. O App é bastante intuitivo, cheio de recursos e possibilidades. Dá pra extrair a cor de uma foto, dá para criar paletas personalizadas e compartilhá-las com outras pessoas, dá para visualizá-la em contraste com algum fundo padrão ou até mesmo uma foto que você pode tirar com o aparelho, dá pra enviar por e-mail…
Enfim, dá pra fazer coisa pra caramba com esse App. Mas assim como a cartela de papel não é de graça, o App também não é: US$ 9,99 na App Store.
Existe uma discussão sobre a fidelidade das cores desse aplicativo, uma vez que na tela do iPhone você as enxerga em RGB. Mas como defendem algumas pessoas, vale considerar que a real utilidade desse App não é a definição absoluta de uma cor (para isso a cartela tradicional ainda é indispensável), mas a concepção de uma noção de cor e também uma experiência mais dinâmica do usuário com o produto.
Essa eu vi no Fresta, que sempre traz muita coisa diferente. Vale conhecer…