Arquivo da Categoria ‘Viral’

Vasco na pele

por Fernando

Você tatuaria o brasão do seu time? Não dá pra chamar de “loucura” de torcedor, porque a gente entende: também é uma questão de amor. Considerando isso, a Cavalera, a Penalty e o Clube de Regatas Vasco da Gama fizeram uma grande ação no Rio de Janeiro, chamada Vasco na Pele, visando bater o recorde mundial de tatuagens feitas em 24 horas, que é de 801 tatuagens. E qual é a bendita tatuagem? Claro, a Cruz de Malta, que estampa a camisa alvinegra. Em troca, quem topasse encarar essa ainda ganhava a camisa nº3 oficial do clube. Maravilha, né?

Dica do Felipe Master, chefe do fã-clube do Edmundo lá em São Bento do Sul.

Conheço um cara aqui em Joinville que meteu um JEC de respeito nopeito.

Nike Music Shoe (ou show?)

por Fernando

Provavelmente, este será O vídeo da semana. A Nike é mestre em criar conteúdos que viralizam. Lembram do Kobe Bryant pulando sobre um Aston Martin? Certamente ela não chega para suas agências “pedindo um viral”, mas enfim… o resultado geralmente surpreende. Com Nike Music Shoe a história não é diferente. O começo do vídeo já cria uma expectativa enorme… a caixa de som feita com caixas de tênis, o plug conectado na sola… já mostra que vem algo muito louco por aí.

Mas claro… fique ligado: além de toda a aura “cool” da marca, eles estão vendendo uma flexibilidade absurda do produto. E de fato é verdade. Eu tenho a primeira versão desse tênis, velhinho já, mas de fato ele é muito flexível e confortável como poucos (ou nenhum outro) são. Neste vídeo a Nike mandou bem, muito bem.

Leitores do Blogit,

Ultimamente o Blogit tem andado meio devagar, paradão mesmo. Primeiramente gostaríamos de pedir desculpas a você, nosso leitor, que tem passado por aqui e não encontrado novidades. Estávamos envolvidos em diversos trabalhos e projetos internos que deixavam muito pouco tempo disponível para compartilhar com vocês as coisas que alimentam nossa criatividade diária. A maioria desses compromissos já estão finalizada ou se encaminhando pra isso. Portanto, a tendência é que o Blogit retome seu ritmo normal e volte diariamente com um conteúdo relevante para você. Beleza?

Abraços e obrigado pela compreensão.

Tropicana Arctic Sun

por Fernando

Emprestando o slogan da Sundown… “porque a vida gira em torno do sol”.

Algumas cidades próximas aos pólos da Terra, como a canadense Inuvik, por exemplo, passam dias e dias no puro breu durante o inverno. Imagine… passar meses sem ver a luz do sol. Quem olhou para esse fato (tão novo quanto o Big Bang) foi a Tropicana, fabricante de sucos de laranja, e proporcionou aos 3500 habitantes da cidade uma experiência única: ver o sol (ou o que era possível simular dele). Claro que a ideia não era atingir essa ínfima quantidade de “consumidores”, mas sim produzir um conteúdo com potencial viral nas estrelas. Dito e feito!

Via Gizmodo.

Segura esse Tostitos

por Fernando

Gostou? Então assista diretamente no Vimeo e veja uma leve diferença…

OBS: Este vídeo já esteve aqui no Blogit, mas foi retirado porque o link do Youtube foi removido pelo autor.
A criação é da Goodby, Silverstein & Partners, agência de San Francisco (EUA). Doofy que passou.

Havaianas na neve

por Fernando

Coca-cola Happiness Machine

por Fernando

Talvez você já tenha visto por aí a última ação da Coca-cola nos EUA, mas é tão fantástica que vale o bis. Não precisa de muita explicação, o vídeo fala por si, mas só para constar a máquina foi instalada em um colégio e promete aparecer em outros lugares em breve.

Vi no B#9.

Rock this fuckin’ Santa!

por Fernando

Era só uma questão de tempo, mas ainda bem que alguém fez. Ric Turner, ex-funcionário da Disney, preparou uma instalação de luzes de Natal e um Nintendo Wii com Guitar Hero na sua casa. Largou a guitarra na mão do filho (ou do filho muy viciado do vizinho) e gravou o show. Acompanhe de camarote… essa a Rua do Papai Noel vai ficar devendo.

Viral de placa!

por Fernando

Viral serve pra quê? Pra gerar buzz, certo? Então beleza…

Tá rolando um metabuzz sobre uma possível ação de guerrilha da Vivo muito inusitada, muito corajosa ou muito sortuda, para não dizer outra coisa. Assista ao vídeo que você irá entender a história e poderá tirar suas próprias conclusões.

Numa visão otimista, talvez “aquilo” (veja o vídeo e saberá) estivesse lá de propósito para se caso um dia acontecesse o que aconteceu, pudessem fazer o que estão fazendo.

Viagem? Improvável? Talvez…  tire sua própria conclusão.
Cagad…
é uma possibilidade bastante forte também!

Dica da Paola, que viu no B#9.

A onda da T-Mobile

por Fernando

Esse é o típico post que corre o risco de ser antipático, mas eu prefiro isso e levantar uma reflexão do que apenas assistir em silêncio. A publicidade sempre foi palco de repetições, replicações e todo surto de déjà vu possível. Acho que isso acontece por uma série de razões, que vão desde a insegurança e a preguiça, mas também a um princípio básico da comunicação que é se fazer entender de imediato e quando uma forma é facilmente reconhecida ela ganha força nessa tarefa.

Mas tudo bem, o objetivo aqui é apresentar o mais novo flash mob da T-Mobile. O primeiro deles foi fantástico, aconteceu naquele metrô em Londres e foi uma febre no mundo inteiro. Depois, foram a uma praça e colocaram milhares de pessoas em Trafalgar Square para cantarem Beatles e outras músicas. Maravilha, maravilha. Aí chega o ponto crítico da coisa: saber a hora de parar. Reconhecer isso não é fácil, mas acho que é fundamental para manter a reputação de alguma iniciativa. Eu já não tinha gostado muito daquela do Black Eyed Peas (tudo bem que o objetivo era outro e nem era da empresa telefônica), mas essa aqui embaixo, feita novamente pela T-Mobile em uma praia de Sidney, foi o fim.

Tudo é previsível, 95% das pessoas sabem exatamente o que vai acontecer, todas estão ali esperando só o “go” das coordenadas. Se você observar a versão no metrô, verá que a surpresa é um fator fundamental no sucesso da ação e na força da energia que ela emana. E isso acontece em duas instâncias: a surpresa de quem não sabia nada e a surpresa de quem sabia que algo ia acontecer, mas não sabia o quê. Agora não, agora os flash mobs da T-Mobile viraram uma piada que todo mundo sabe o final, mas eles ainda preferem contar, só para colocar no Youtube depois.

Mas é só a minha opinião. Um flash mob pode ser ótimo para a sua campanha, basta que ele seja relevante dentro daquele contexto e você saiba exatamente o que quer com ele. Pense em uma nova forma. Arrisque, questione, modifique e invente algo diferente. Inovação não é sinônimo de tecnologia.

The Closet

por Fernando

Dica do Angelo, que não trabalha aqui, mas sempre manda umas coisas muito boas. Valeu, cara!