Com 48 telas de LCD, 11 metros de altura, a Heineken montou uma árvore de Natal em Singapura que transmite mensagens através de um aplicativo do Facebook.
Já pensou que as suas atividades nas mídias sociais podem afetar a sua segurança e da sua casa?
A resposta correta é “SIM” se você mora no Reino Unido. Numa recente pesquisa realizada com 50 ex-assaltantes, quase 80% deles disseram que usaram o Facebook, o Twitter e o Foursquare para roubar as propriedades de “clientes”. Tudo bem, isso é no Reino Unido, onde a telefonia 3G é eficiente e o governo subsidia o acesso a banda larga. Mas se pensarmos que hoje somos o terceiro país em número de internautas, essa realidade não deve estar muito longe … Tenha isso em mente na próxima vez que você Tweetar seus planos de férias ou fazer o check-in em um local longe de sua casa. Para mais detalhes sobre o papel das mídias sociais na segurança da sua casa e como proteger-se, observe o infográfico abaixo.
E aqui o conteúdo do último Social Media Report, disponibilizado pelo Instituto Nielsen, traduzido para o BLOGit numa contribuição da nossa teacher Glaucea Boeing (@glauboeing). Vale destacar alguns pontos interessantes, como por exemplo, que 48% dos usuários de redes sociais já responderam à ofertas de varejistas postadas no Facebook ou no Twitter e que hoje os blogs e redes sociais atingem aproximadamente 80% dos usuários de internet e representam o maior parte do tempo on-line dos internautas. O relatório completo (traduzido em Português-BR) está disponível para download no slideshare, ou você pode observá-lo aqui mesmo no BLOGit:
Já bebeu os seus 2 litros de água diários de hoje?
Sim, esta é a quantia recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para cada ser humano. Entretanto, a média do brasileiro é de apenas 1,2L por dia. Você sabe o por que disso? Uma dica: no meio de tanta coisa pra fazer, você se lembra de tomar o seu copinho d’água?
Foi por isso que a Bonafont, linha de águas da Danone, criou a “Geladeira Tuiteira” que manda lembretes de que você precisa ingerir um pouco deste líquido vital em 140ml, digo, caracteres. Confira!
Tenho uma amiga que diz: “não colocamos para fora nada que não tenhamos lá dentro”. Originalmente, ela se referia a pessoas bêbadas ou drogadas. Mas acho que a frase cabe bem no contexto das redes sociais da forma como foi abordado ontem, durante o último painel do evento Universo Totvs (*).
As redes sociais são sim uma novidade, mas nem tanto. Elas são aquela pausa para o cafezinho durante o expediente ou o happy hour de quinta-feira. Ou ainda aquela confraria de vinhos dos bacanudos da sua cidade. Portanto, elas são amplificadores de atitudes que já existiam. Com um qualitativo: tornam tudo maior e muito, muito mais rápido.
Até porque, pense bem: se tirarmos das pessoas o cafezinho, o happy hour, as confrarias e a televisão, o que estará no Twitter? O que vamos postar no Facebook e depois comentar, discutir, curtir?
O que acontece hoje é que esses grandes amplificadores das nossas atitudes e pensamentos estão nos deixando como adolescentes. Confusos, loucos por informação, por ter e fazer tudo ao mesmo tempo e mais, mais, mais… Mas onde está o critério? Quem indica o caminho a seguir nessa encruzilhada de informações?
É fácil perder a noção em meio a todas as possibilidades que a internet nos proporciona. Sem baliza, a rede abre cada vez mais janelas, que nos indicam outras visões e que nos levam a outras janelas. E sem critério, não conseguimos parar, fechar a porta, concluir. Por isso vemos muitos trabalhos, estudos e até relacionamentos que são iniciados e não terminados.
E aí voltamos à pergunta: quem dá o critério?
Numa empresa, por exemplo, cabe ao líder exercer essa função. Ele tem que assumir a postura de um xamã da tribo indígena. Sentado no centro da aldeia, esperar que os demais índios tragam as informações sobre o que está lá fora, na floresta. E a partir delas, com seu conhecimento e equilíbrio, oferecer à tribo os critérios, o balizamento e os méritos para o caminho que irão seguir.
Diante disso, uma vantagem da geração que tem mais de 35 anos – e que, portanto, vive a transição – é que ela tem referências passadas. Mas essa geração ainda deve aprender a aplicar essas experiências a esse momento. O líder deve, então, ser um grande processador.
Se fosse numa família, por exemplo, deveria ser o pai ou a mãe dos “adolescentes”. Não o permissivo, mas aquele que ouve e dá limites. E se o “adolescente” não seguir a regra, a baliza, cuidado: provavelmente o pai/mãe é que não está comunicando como deveria.
Um pouco assustador? Pense que a a adolescência é um período conturbado e repleto de dúvidas, mas também cheio de grandes emoções. E acaba!
(*) Texto feito com base no bate-papo entre Marcelo Tas (dispensa apresentações), o CEO da Totvs, Laércio Cosentino, Luli Radfahrer, phD em comunicação digital pela ECA-USP, e o psicólogo Cristiano Nabuco.
O primeiro dia do ProXXIma 2011 iniciou com uma excelente palestra do Eric Johnson, vice-presidente multiplataformas de marketing da ESPN. Eric é o responsável por transformar as informações – ou vídeos, como ele gosta de chamar – adaptando sua linguagem para cada meio.
Hoje não existe apenas a TV, e sim telas que permitem o acompanhamento de um jogo no meio que o fã tiver à sua disposição. Seja a internet do trabalho, o smartphone, xbox ou tablet e por aí vai. Um dado interessante: durante a Copa do Mundo, 1 em cada 3 aparelhos transmitindo os jogos não era uma TV.
Para Eric, os tablets não são “uma bolha”. Eles vieram pra ficar e estão mudando o consumo de mídia.
Em seguida, um debate com Abel Reis da Agencia Click, João Ciaco da Fiat e Ruy Lindemberg, da Leo Burnett, contaram o case “Fiat 500 – 3 telas: tudo ao mesmo tempo agora”. Utilizar TV, celular e internet, quebrando barreiras entre as mídias e unindo o on e off sem preconceitos.
Somando as palavras do Eric na palestra anterior, a diluição das fronteiras entre marketing, mídia e marca serão cada vez mais visíveis. É o que foi utilizado na campanha de lançamento do Fiat 500 no Brasil. Um APP para o iPhone ajuda o consumidor a descobrir qual o modelo ideal a partir de uma foto sua, chamado de personal ID. Mesclando as redes sociais mais populares e viralizando o conteúdo.
Esse aprendizado gerou idéias para o lançamento do NOVO UNO. Meios, mídias, cores e customização foram utilizados para esse e outros lançamentos e também futuros desdobramentos das campanhas.
Maria Luiza Lopez, da Unilever, proporcionou um agradável debate junto ao Igor Puga, da ID\TWA, moderado pelo Roberto Schmidt da Globo.com sobre Cross Branding.
Iniciando com o case Omo Líquido, Maria mostrou os números da campanha, a estratégia utilizada e o entrelaçamento das mídias. Aproveitando o discurso, Puga falou sobre o excesso de “números” exigido pelos clientes a cada minuto, hoje em dia. Só porque é um sistema (a internet), a maioria dos clientes quer saber a todo instante como está o andamento da sua campanha. Algo que não é possível nas outras mídias.
Ricardo Klein, do Grupo Troiano, mostrou números da pesquisa sobre a inteligência digital das marcas.
Fabia Juliasz, IBOPE/Nielsen falou sobre as hashtags da TV e provou como as redes sociais ainda são dependentes dos assuntos gerados pelas informações trazidas pela TV.
Juliano Marcílio, da Serasa Experian, mostrou como funciona e que dados podem ser obtidos pelo sistema da hitwise.com. Aproveitou a oportunidade para lançar o aplicativo para iPhone que é um “tira gosto” do sistema.
A primeira noite finalizou com o debate entre Edmar bulla, Marcelo Trípoli, Cristina Paslar e Luca Cavalcanti. Mediado por Maurício Tortosa. O interessante foi a divergência de informações entre as opiniões de cada um. Pois afinal, era um debate, e nem sempre todos têm a mesma opinião.
Ps.: Marquinhos participa do Proxxima junto com a Dani, que foi a convite do grupo RBS.
Como você pode notar, existem dois períodos claros de picos no envio de conteúdo na rede, sendo o maior deles à tarde, entre as 14h e as 17h, com uma pequena queda nas postagens antes das 19h – que pode ser justificada pelo deslocamento das pessoas após o horário comercial de trabalho – e um novo pico entre 20h e 22h.
Comparamos estes dados com as estatísticas da dizzysoftware, empresa americada de SEO e aplicativos para Twitter. Verificamos, segundo seu post sobre uso do twitter por hora, que o comportamento dos usuários brasileiros se mostra bem parecido ao monitoramento feito pela dizzy. Veja no gráfico abaixo, que a análise da Scup ainda se aplica: pico de acessos das 14h às 17h, queda pelas 18h às 19h e um aumento das 20h às 22h.
Com isso não queremos dizer que só serão eficientes os tweets enviados nestas duas janelas (14h-17h e 20h-22h), mas estes horários estatisticamente mostram ter uma atividade maior generalizada, portanto mais chance de ser comentado, lido, respondido, retwitado.
Vemos muitas vezes nas atividades noturnas do twitter comentários sobre programas televisivos, o que talvez indique um comportamento diferente daqueles que usam o twitter no meio da tarde, uma vez que a grande maioria da população está em casa ou em atividades de lazer neste horário, e isso também precisa ser levado em consideração.
Outro fator que conta muito é o comportamento, o hábito das pessoas, e isso só é eficiente quando você entende o comportamento dos seus seguidores. Se você tem um restaurante, talvez a melhor hora para se relacionar no twitter seja antes do almoço, um horário que estatisticamente não é nobre, mas atinge em cheio as expectativas daqueles que se relacionam com você.
Aqui estão algumas estatísticas interessantes sobre a distribuição etária em muitos dos sites mais populares de redes sociais nos Estados Unidos. Embora esta lista esteja em constante evolução, é interessante perceber que, em geral, 60% de todos os usuários em todos os sites de redes sociais é menor de 44 anos. E nem precisamos lembrar que o Orkut sequer aparece nesta lista …
Estamos conectados, ok!
Mas isso tudo é muito recente e estamos no olho do furacão, não conseguimos analisar facilmente enquanto as cosias acontecem conosco.
Este vídeo mostra como estamos assistindo a vida…
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