Nos EUA, estão viciados em iPhone

por Fernando

Foi isso que constatou uma pesquisa feita com 200 alunos de Stanford. 44% dos entrevistados disseram ser muito ou totalmente viciados em seus iPhones. A razão disso não é tão esdrúxula, pelo contrário. Um aparelho como este serve para muita coisa.  Vejamos… 85% utiliza o aparelho como relógio (Também faço. Muito mais prático que usar [...]

Foi isso que constatou uma pesquisa feita com 200 alunos de Stanford. 44% dos entrevistados disseram ser muito ou totalmente viciados em seus iPhones. A razão disso não é tão esdrúxula, pelo contrário. Um aparelho como este serve para muita coisa.  Vejamos…

  • 85% utiliza o aparelho como relógio (Também faço. Muito mais prático que usar relógio no pulso)
  • 89% usa como despertador (Idem. Tem que explorar todas as funções, não é mesmo?)
  • 75% dorme com o iPhone na cama (Bem… Isso eu não faço)
  • 69% é capaz de esquecer a carteira quando sai de casa, mas não o iPhone.

Tudo bem, esse comportamento não deve ser tão exclusivo do iPhone. Muitas pessoas tem essa relação com seus celulares, porque eles se tornaram parte fundamental da vida moderna. Não é a toa que as gigantes do mercado de tecnologia e comunicação vêm apontando a mobilidade como recurso absoluto em um futuro muito próximo.

Outro resultado interessante da pesquisa e que eu, particularmente, atribuo aos aplicativos é que para 70% das pessoas, o iPhone as tornou mais organizadas e 54% disseram ter se tornado mais produtivas por causa do aparelho. Mas como disse, apesar de todos os prós e contras do gadget da Apple, toda essa dinâmica comportamental não gira apenas em torno dele, mas de qualquer outro smartphone que ofereça uma sorte de aplicativos e funções relevantes e como eles estão mudando a nossa maneira de viver.

Via Crunchgear.

OBS: Não, eu não tenho um iPhone ainda. Eu faço aquilo ali com um tijolar mesmo… ainda.

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2 comentários para “Nos EUA, estão viciados em iPhone”

  1. André disse:

    Pra mim essa conclusão em relação ao iPhone é #fail

    É como vc falou, todos estes dados são latentes na relação dos usuários com outros aparelhos. Não dá pra tirar conclusão nenhuma a favor do iPhone, a menos que a pesquisa fosse feita com usuários do iPhone, do BlackBerry, do N95/97, do Nexus One, e outros smartphones.

    A conclusão é positiva em relação à computação móvel invadindo a vida das pessoas, mas não em favor exclusivamente do iPhone.

  2. Fernando disse:

    Ah, sem dúvida. Mas convenhamos que existem smartphones e smartphones. Todos podem ser úteis em algum grau, dependendo da tua expectativa e interesse em usar e abusar das possibilidades. Nessa questão, como vimos em alguns posts atrás, a App Store está anos luz à frente de qualquer outro concorrente. Muita besteira? Provavelmente. Assim como também muita coisa útil que a cada dia faz com que o celular seja menos um aparelho meramente telefônico e mais um otimizador de tarefas.

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