Bloco do Eu Sozinho
por FernandoRecomendo a leitura da matéria “Eu quero ficar sozinho” indicada pelo João Carlos, um dos nossos Atendimentos (quem conhece a figura, sabe que ele se identificou fortemente). Fato é que existe um movimento social muito grande em todo o mundo, em que pessoas estão tocando suas vidas sozinhas, mas que longe disso, vivem algum tipo [...]
Recomendo a leitura da matéria “Eu quero ficar sozinho” indicada pelo João Carlos, um dos nossos Atendimentos (quem conhece a figura, sabe que ele se identificou fortemente). Fato é que existe um movimento social muito grande em todo o mundo, em que pessoas estão tocando suas vidas sozinhas, mas que longe disso, vivem algum tipo de solidão ou frustração.
Mudanças sociais como estas influem (ou deveriam influir) absolutamente na maneira das empresas pensarem seus produtos, serviços e até a razão de existir de suas marcas. Vale a leitura não somente pela ótica mercadológica, mas também pela simples reflexão da nossa existência.
“Desde que acordamos, nos relacionamos com muita gente por obrigação, seja no elevador do prédio, seja na academia, no trabalho ou na faculdade. São todos contatos muito fluidos, que exigem de nós um tempo para digerí-los e assimilá-los até mesmo para nos reconhecer como indivíduos ou cidadãos. O momento de solidão funciona como um mecanismo de defesa da pessoa, para que ela não se sinta diluída em meio a tanta informação e influência externa”.
“A internet conforta o solitário apenas num primeiro momento, pois ele se sente integrado a um grupo. Mas, com o tempo, o bem-estar se esvai, porque ele percebe que as relações não se aprofundam e isso traz mais infelicidade. As redes sociais são positivas quando servem de suporte às amizades, e negativas quando se tornam a principal via de comunicação entre as pessoas”.
Leia aqui a matéria completa da Revista Istoé.

